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Parque das Aves é exemplo na aplicação da cultura do empoderamento da mulher

Dos 20 líderes do atrativo, 13 são mulheres, colocando o Parque alinhado às mais avançadas diretrizes internacionais adotadas em prol da equidade de gênero

 

O Parque das Aves é exemplo no Brasil e no exterior pela prática de ações que buscam a equidade de gênero e o empoderamento feminino. De 20 líderes de departamentos, 13 são mulheres, e dos cinco diretores, quatro são do sexo feminino. Além do alto número de mulheres em cargos de chefia e liderança, dos 243 funcionários que compõem o quadro do Parque, 126 são mulheres, ou seja, 51,8% do total.

Os números do Parque seguem a tendência dos dados globais do setor de turismo divulgados na segunda edição do Relatório Global sobre Mulheres no Turismo, lançado na semana passada, no qual mais de 50% das pessoas empregadas no turismo são mulheres, em comparação com 39% na economia em geral.

Isso coloca o Parque das Aves não somente à frente das boas práticas adotadas no setor de turismo, mas também alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que prevê 17 objetivos e 169 metas a serem cumpridas até 2030. O objetivo de número cinco prevê a igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas.

Para a diretora geral do Parque das Aves, Carmel Croukamp, os dados mostram que cada vez mais mulheres estão desafiando os estereótipos de gênero no âmbito do turismo. Ter mais mulheres nas diretorias, criar políticas inclusivas e investir na carreira delas desde a base têm efeito positivo no resultado do Parque das Aves.

“O Parque é referência internacional no setor de bem-estar animal e bate recordes no número de visitantes ano a ano, e desde que foi criado é liderado por mulheres, fator importante para a manutenção de um ambiente diverso.”

Segundo o Secretário-Geral da Organização Mundial do Turismo, Zurab Pololikashvili, os formuladores de políticas estão acordando para a importância da igualdade de gênero no turismo e implementando medidas para garantir que as mulheres compartilhem de maneira justa os benefícios que o turismo pode trazer.

“O turismo está liderando a cobrança pelo empoderamento feminino em todo o mundo. Nos setores público e privado, as mulheres estão investindo no potencial do turismo para se tornar financeiramente independentes, desafiar os estereótipos e iniciar seus próprios negócios”.

 

Uma luta contínua

Segundo dados da ONU Mulheres, entre as 500 maiores empresas do mundo, menos de 5% possuem CEOs mulheres. De modo geral, a remuneração das mulheres no mercado de trabalho também é menor, cerca de 70% do que os homens recebem.

Por esse motivo, Carmel acredita que a equidade de gênero é uma luta de todas as pessoas que creem na construção de uma sociedade mais igualitária e democrática, na qual a diversidade de experiências e escolhas sejam contempladas.

“Ainda é escassa a representação feminina na política e no comando de negócios, por isso nós, executivos à frente das empresas, temos o dever de quebrar este ciclo e investir em atitudes que contemplem a inserção da mulher no mundo corporativo”, disse.

Para Carmel, mais mulheres à frente de empreendimentos turísticos, além de valorizar a diversidade no ambiente de trabalho, aumenta o grau de autonomia financeira e melhora a valorização do trabalho feminino.

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