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Saúde implanta TeleSUS com acadêmicos do Programa Brasil Conta Comigo

Trabalhos iniciaram numa parceria com a Uniamérica e reúnem 36 acadêmicos para contato direto com a comunidade

 

Todos os dias 36 acadêmicos inscritos no Programa Brasil Conta Comigo, reúnem-se para integrar a sala do Tele SUS, montada na Uniamérica, numa parceria com a Secretaria Municipal de Saúde.

A operação consiste em realizar a busca ativa por moradores da cidade, residentes em áreas onde não há cobertura por Agentes Comunitários de Saúde, e que apresentem doenças crônicas, além de sintomas de dengue e sintomas respiratórios suspeitos de COVID-19. “O contato é feito pelo telefone, onde são repassadas orientações do correto fluxo a ser seguido”, comenta a coordenadora da equipe, Etelvina Maciel.

A busca ativa é feita por acadêmicos dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia e fisioterapia inscritos no programa do governo federal Brasil Conta Comigo. Parte do grupo integra uma equipe de tele serviço, e uma segunda equipe divide-se em 9 unidades de saúde, com atendimento direto ao público, o chamado Fast-Track.

Por meio de uma parceria com a Uniamérica, a Secretaria de Saúde coordena ambos grupos com auxílio de preceptores. Os acadêmicos também receberam treinamento antes de operacionalizar os atendimentos.
O TeleSUS funciona das 8h às 17 horas, e permite aos entrevistados conhecer mais sobre o sistema e também receber orientações mais precisas sobre os cuidados com a saúde.

Impressões
Para os acadêmicos o trabalho representa ganho aprendizado. “As conversas podem durar alguns minutos, mas também podem desenvolver para mais, dependendo do problema que a pessoa apresenta”, disse o acadêmico de medicina, Arony Ramirez.

“Com as alterações dentro do sistema de saúde, causadas pela pandemia, muitos usuários não sabiam como agir, então esse contato com eles acabou chegando em bom momento. Com isso eles se sentem mais seguros, e não precisam sair de casa para terem essa informação”, comentou a acadêmica de enfermagem, Gabriele Alves.

Os supervisores celebram os primeiros resultados. “Há ganhos para quem recebe e para quem trabalha. Esse contato permite um acolhimento qualificado, e contribui para o correto direcionamento dos usuários. Para os acadêmicos, os ganhos estão no aprendizado, especialmente nesse período de pandemia”, disse o médico Ismael Hurst, um dos supervisores.

O trabalho dos acadêmicos é remunerado via programa, pelo governo federal, o montante pode variar de acordo com as horas trabalhadas.

Foto: Marcelo Santos – Uniamérica

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