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Produtos da cesta básica tiveram aumento de 1,12% no mês de fevereiro em Foz do Iguaçu

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-Foz) dos itens da cesta básica apresentou um aumento de 1,12% em fevereiro, em Foz do Iguaçu. Os destaques positivos ficaram por conta da alta nos preços das aves e ovos (7,63%), hortaliças e verduras (7,59%) e leite e derivados (7,56%). Já os itens que mais reduziram no período foram os tubérculos, raízes e legumes (-8,9%) e as frutas (-7,6%). Os dados são do levantamento mensal de preços do Centro de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Cepecon), da UNILA.

O preço dos ovos aumentou cerca de 29,4% em fevereiro com o aquecimento da demanda e o início do período de Quaresma. Além disso, com o preço das carnes ainda em patamares elevados, a procura por outra proteína mais barata tem influenciado no preço dos ovos. O frango inteiro apresentou alta de 7,1% com relação ao mês de janeiro. Entre as carnes bovinas, o contrafilé está 7% mais caro e o músculo aumentou 3,3%. Em compensação, o coxão mole está 10% mais barato, assim como o peito bovino, com redução de 8,1%.

As hortaliças seguem com preços altos, com destaque para o aumento de
17,3% no preço da alface. A demanda pela folhosa segue em alta principalmente pelo aumento da temperatura nas últimas semanas, e a oferta ainda se mantém restrita nas distribuidoras. Entre os tubérculos, a batata ficou 28,7% mais barata em comparação com o mês anterior. De acordo com o Cepea/Esalq, é a terceira semana de queda nos preços da batata, em decorrência da alta oferta do tubérculo, aliada à menor
demanda. No caso do tomate, como já relatado no boletim anterior, a oferta está aumentando devido ao pico de colheita da safra de verão que ocorre neste mês. A variação no preço do tomate foi de queda de 19,1% em fevereiro.

O item de maior contribuição no IPC deste mês foi o leite e derivados, com aumento de 7,56% nos preços. O leite UHT aumentou 3,1% e o queijo ficou 17,6% mais caro. Os panificados em geral aumentaram 2,5%, com destaque para o pão francês, com aumento de 9,5%.

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