A manhã do último sábado em Foz do Iguaçu foi marcada por um esforço coletivo em prol do meio ambiente. A iniciativa Lago Limpo, organizada pela Associação de Pescadores Esportivos de Foz do Iguaçu (APEFOZ), mobilizou voluntários e autoridades em uma força-tarefa que resultou no recolhimento de quase uma tonelada de lixo das margens do Lago de Itaipu.
O resultado expressivo reforça a necessidade urgente de conscientização sobre o descarte correto de resíduos em uma das áreas ambientais mais estratégicas da região de fronteira.
Mobilização e logística da limpeza nas margens do lago
A operação contou com uma infraestrutura dividida entre embarcações e equipes terrestres. Os membros da APEFOZ percorreram pontos críticos onde o acúmulo de materiais descartados irregularmente é mais acentuado.
Durante o trabalho, os voluntários encontraram uma grande variedade de poluentes, incluindo:
- Garrafas plásticas, latas e embalagens diversas.
- Pneus e restos de materiais de pesca.
- Lixo doméstico descartado inadequadamente.
A ação teve suporte fundamental da Marinha do Brasil e da Polícia Ambiental de Foz do Iguaçu, que garantiram a segurança e a logística necessária para a execução do serviço. Essa integração entre a sociedade civil e as forças de segurança destaca a importância da cooperação pública no cuidado com os recursos naturais.
O impacto ambiental e o foco na conscientização
Para os organizadores, o volume de quase mil quilos de detritos retirados em apenas um dia é um alerta. O Lago de Itaipu não é apenas um ecossistema vital, mas também um pilar para o turismo local, o lazer e a pesca esportiva.
O objetivo central da APEFOZ vai além da limpeza física. A entidade busca promover a educação ambiental permanente, incentivando a comunidade a cuidar do patrimônio que sustenta a qualidade de vida na cidade. A celebração do resultado positivo da ação foca no engajamento dos associados e no espírito de colaboração demonstrado.
O encerramento desta edição da ação Lago Limpo deixa uma mensagem clara: a preservação ambiental é uma responsabilidade compartilhada. Pequenas atitudes coordenadas podem proteger de forma eficaz os grandes patrimônios naturais da nossa região.
Fotos: Saulo Marques



