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Itaipu Binacional e Parquetec levam oficinas de grafite a jovens do Paraná e Mato Grosso do Sul

Projeto percorrerá 434 municípios com foco em unir expressão artística, educação e sustentabilidade; atividades começam pelo litoral paranaense

A Itaipu Binacional e o Itaipu Parquetec iniciam uma ampla agenda cultural voltada para a juventude. O projeto consiste em uma série de oficinas de grafite destinadas a jovens de 15 a 24 anos, abrangendo 434 municípios nos estados do Paraná e na região sul do Mato Grosso do Sul.

A iniciativa busca levar a expressão da arte urbana para os 21 territórios atendidos pelos Núcleos de Cooperação Socioambiental. O objetivo central é reforçar o compromisso das instituições em integrar educação, cultura e sustentabilidade, alinhando-se às diretrizes do governo federal.

Circuito inicia pelo Litoral do Paraná

As primeiras atividades já têm data marcada e começam pela região litorânea do Paraná. A estreia ocorre na próxima sexta-feira, dia 30, em Paranaguá, no CMEI Rosy Mattar da Maia, contando com a participação de 20 jovens.

Na sequência, o projeto segue um cronograma itinerante pelas cidades vizinhas. As oficinas passarão por Matinhos no dia 5 de fevereiro, seguidas por Pontal do Paraná no dia 6 e Guaratuba no dia 8. A agenda no litoral continua em Antonina no dia 10, Morretes no dia 11 e encerra esta etapa em Guaraqueçaba no dia 13 de fevereiro.

Aprendizado técnico e prático

Os participantes terão a oportunidade de aprender com profissionais experientes. Nesta rodada do litoral, as aulas serão ministradas pelo artista visual e grafiteiro Isaac Souza de Jesus.

Durante os encontros, os alunos vão conhecer os equipamentos adequados e testar materiais específicos para a prática. O conteúdo programático abrange desde técnicas básicas de grafitagem, como traços e preenchimentos, até conceitos mais avançados de luz, sombra, detalhes e realismo.

Foco na sustentabilidade e combate à desinformação

Segundo Enio Verri, diretor-geral da Itaipu Binacional, estas oficinas integram um conjunto maior de ações trabalhadas pelos núcleos socioambientais. Ele destaca que a arte do grafite serve como uma porta de entrada para o envolvimento dos jovens em temas cruciais.

Além da pintura, o programa prevê oficinas de vídeo focadas no combate à desinformação climática. A proposta é garantir que os participantes não apenas desenvolvam habilidades artísticas, mas também ampliem sua consciência sobre sustentabilidade e cidadania.